|alan 14:2| cualquiera diría esta noche no floreceré
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18h. vou diluindo-me, qualquer um diria que esta noite não florescerá, toda a quentura ingressa por um halo de luz esmaecida, a tal música escura e genética, minha atual situação não permite que me comova, irei sem freio até o fim, como não irei desejar que este desabafo sim me travou na gagueira, quero uma fala, esta tensão é a única coisa que se suaviza na medida da viagem, ai, distância, não represe minhas nervuras estranhas, certos cravos apenas se dissolvendo, substancia-se no escambo ou nomadismo de corpos, já não fujo desse povo e sim de seu momento, de séculos escarpados ao crime
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av. paulista | canteiro central
INVISÍVEL AQUI HABLA UN POEMA DE ALAN
1º dia.


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av. paulista | canteiro central
INVISÍVEL AQUI HABLA UN POEMA DE ALAN
4º dia.


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av. paulista | canteiro central
INVISÍVEL AQUI HABLA UN POEMA DE ALAN
7º dia – ARMAGEDON-pré.


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av. paulista | canteiro central
INVISÍVEL AQUI HABLA UN POEMA DE ALAN
9º dia. APOCALIPSE-pós
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|kqi diz…| solo el invisible es borrable.
Lo que no hay sempre estara aja y la poesia es viva bajo la tierra!
01:54 AM June 11, 2008 from web in reply to alan…
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|alan 14:2| es mi única certeza, la luz que me da fuerzas
|alan diz..| para resistir esta mañana lluviosa;
|alan diz..| además de mis/tus poemas imborrables; e como sempre,

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|alan 14:3|ahora nos está doliendo estar lejos,
|alan diz..| pero pronto lo vamos a resolver y nunca jamás debemos separarnos,
|alan diz..| moriríamos y no hay que morirse, we have decided not to die, sí,
|alan diz..|
PORQUE EL AMOR ES DECIDIR QUE NO HAY QUE MORIRSE
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